A criança que Queria Ser uma TV
Eis a oração de uma crianças:

“Senhor, faze de mim um aparelho de televisão, para que meus pais me tratem como eles tratam o televisor.
Para que olhem para mim com o mesmo interesse com que olham para a tela da TV; especialmente quando minha mãe assiste sua novela favorita e meu pai o seu esporte predileto.
Eu queria falar como aqueles homens, pois quando eles falam, fica toda a família em silêncio para ouvir bem o que eles têm a dizer.

Eu gostaria de ver mamãe se admirar de mim, como ela se admira quando vê a última moda na tela.
Eu gostaria que meu pai risse comigo como ele faz quando os artistas contam suas piadas.
Eu gostaria que meus pais me dessem tanta atenção quanto ao televisor.
Quando este não funciona, imediatamente mandam chamar o técnico para consertá-lo.

Eu gostaria de ser um televisor e assim ser o melhor amigo e a pessoa mais importante para os meus pais.
Oh! Pai do céu, se Tu me transformasse num televisor, eu novamente teria pais e poderia me sentir feliz! Pai, faz de mim um televisor, em nome de Jesus. Amém”.



Fonte: Conta Mais Uma! de Josué Gonçalves.


 

Excelência!
Fruto de chamado, visão e um pouco de gestão de recursos humanos


 
1. Márcia e alguns de seus oito filhos
em uma casa-lar no Sítio Shalom
 
  
Márcia ficou aflita quando soube que era uma entrevista. Mal pegou o telefone, disse:

“É muito bom! Eu gosto muito, a gente tem que gostar do que faz. Fica bem mais fácil quando a gente gosta!”

Márcia Aparecida Calixto* é mãe social de oito crianças que têm entre 4 e 15 anos, em uma casa-lar, no Sítio Shalom, em Pequeri, MG. Apenas quando chegou ao sítio é que preencheu seu currículo e outros papéis. Conversou com a psicóloga, fez uma entrevista com a coordenadora do sítio e, nas palavras dela: “Eu demorei um pouquinho para entrar [na organização]. Insisti. A Adriana [coordenadora do sítio na época] gostou de mim e me chamou”.

Em março de 2009, a Associação Refúgio dos Meninos e Meninas de Rua (REMER)
comemorou 20 anos de trabalho, que começou na estação ferroviária Central do Brasil, no Rio de Janeiro, onde sempre havia crianças em situação de rua e, muitas delas, usuárias de drogas. Hoje, além da Casa Betânia, que serve de apoio ao trabalho de abordagem nas ruas, no Rio de Janeiro, RJ, a REMER trabalha com casas-lares: a Casa Nova Esperança, no Rio de Janeiro, e outras no sítio Shalom. Possui também uma Casa de Estudantes, em Juiz de Fora, MG, para adolescentes bolsistas em uma escola da cidade. Realiza também atividades com crianças pequenas das comunidades próximas aos projetos.

Desde o final de 2007, a REMER tem trabalhado para reestruturar o processo de contratação e acompanhamento de pessoal. Janine Smits,* uma das fundadoras, assumiu a recém-criada área de captação de recursos humanos, justamente para fortalecer o que eles têm de melhor: seus funcionários.

O que para Márcia significou “demorar um pouquinho para entrar”, para a organização foi um bom processo de seleção: além da clareza na descrição do cargo, a REMER avalia o currículo e um questionário sobre diversas áreas da vida e liga para as pessoas indicadas para darem referências. Apenas depois disso, o candidato passa pela entrevista com o psicólogo e com o coordenador do projeto. No caso de mãe social, ainda há um período no qual é avaliada pela antiga mãe (ou pais) social, pelo coordenador e, claro, pelas crianças. O que para Márcia foi apenas “Adriana gostou de mim e me chamou”, significa que o processo de seleção mostrou que Márcia atendeu a vários pré-requisitos.

Aptidão: segundo Janine, visão, chamado, e boas referências nem sempre são suficientes para a pessoa desempenhar bem o seu papel. É necessária aptidão específica para funções específicas.

Visão: não é apenas um emprego. A organização percebeu que Márcia se identificou com os valores, a visão e a missão da organização;

Promoção dos direitos da criança: Janine acrescenta que é preciso “ter motivação para participar da promoção da criança e [a pessoa] tem que ter isso já no coração, não dá para a gente estimular isso depois que ela chega aqui”. Era necessário saber que Márcia seria uma promotora da criança e valorizaria os princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a proteção à criança.

“Uma vez eu achei que não iria conseguir, eu pensei em ir embora, mas tive a força do pessoal do escritório. Hoje as crianças me respeitam muito.”

As palavras de Márcia reforçam a necessidade da segunda parte do trabalho da Janine: cuidar dos que cuidam. “Eu entrei [na captação de RH] para prevenir que esse educador que se envolve se desgaste, saia da organização ou seja vítima de burnout. Saber se o salário está adequado, das condições de trabalho, se está
 
 2. Crianças brincam na Festa de Rua em Comemoração aos 20 anos do
REMER, na Praça São Cristóvão,
no Rio de Janeiro
  
seenvolvendo muito, se está se cuidando...Enfim, cuidar desses educadores, mas também estimulá-los a se cuidarem.”

A cada 15 dias os coordenadores fazem uma reunião de cuidado integral com os agentes que trabalham diretamente com as crianças para ouvi-los. Nessa ocasião, eles avaliam o trabalho, compartilham o que acontece com as crianças e recebem orientações, dão sugestões e propõem mudanças. Parte do tempo é dedicado a um pastor, que os ajuda a pensar sua missão, seu trabalho, a partir do coração de Deus.

No meio da entrevista com Márcia, Thiago Barroso, auxiliar administrativo do sítio Shalom, pegou o telefone e pediu licença:

“Eu queria dizer que no dia de folga, ela pega os meninos e leva pra casa dela. A Márcia gosta tanto dos meninos... e não é a única aqui não”.

Excelência no cuidado da criança e do adolescente é fruto de pessoas com paixão pela causa. E essa paixão acontece quando a pessoa certa está na função certa e quando os agentes são ouvidos e cuidados, permanecendo apaixonados. (T.M.)


Para saber mais:
Acesse www.remer.org.br

fonte: Revista Mãos dadas

Como Ensinar as Crianças a Orar

O DEUS QUE RESPONDE A ORAÇÃO

• Tema da aula:
Tudo o que pedirmos a Deus crendo, receberemos!

• Texto bíblico: Mateus 21:14-22
14 E chegaram-se a ele no templo cegos e coxos, e ele os curou.
15 Vendo, porém, os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que ele fizera, e os meninos que clamavam no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se,
16 e perguntaram-lhe: Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor?
17 E deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite.
18 Ora, de manhã, ao voltar à cidade, teve fome;
19 e, avistando uma figueira à beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas somente; e disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.
20 Quando os discípulos viram isso, perguntaram admirados: Como é que imediatamente secou a figueira?
21 Jesus, porém, respondeu-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, isso será feito;
22 e tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis

Objetivos:
1. Levar a criança a entender mais uma vez que Deus responde a nossa oração.
2. Ensinar que existe uma condição para sermos atendidos em nossas orações: CRER.
3. Ensinar que, dentro da vontade de Deus, podemos ter todos os nossos pedidos atendidos. O foco é receber pela fé.
4. Levar as crianças a sentirem que existe uma diferença mesmo naqueles que oram com Fé.
5. Despertar no coração dos pequeninos que sem fé e impossível agradar a Deus.

O professor que é chamado para educar com amor...

... tem um coração de servo. Reconhece seu chamado como um ministério para servir a vida integral de seus educandos escolhendo o caminho do amor. Ainda que ele tenha conhecimento de todos os mistérios, ciências e fé, ele permanece no método do amor.

... inspira amor pela aprendizagem através de seu próprio exemplo crescendo em conhecimento, lendo, estudando, buscando atualizar-se no desenvolvimento das diversas áreas do conhecimento. Ele demonstra como o saber pode ser útil para servir ao próximo, famílias, comunidade, nação e mundo.

... têm paciência. Recebe de Deus a instrução e o ensino necessário para saber como lavrar o solo do coração de seus alunos. Sabe que há um tempo e um modo distinto para semear cada espécie de semente. Ele espera com paciência a semente germinar, brotar, crescer e frutificar. Este conselho e sabedoria ele recebe de Deus.

... é benigno para com seus educandos. Nutre-os com bondade cotidianamente, pois reconhece que sua vida é cercada pela bondade de Deus. Trata-os individualmente com imparcialidade, entendimento, consistência e respeito.

... não se ensoberbece. Sabe que como professor, precisa aprender a cada dia a equilibrar o conhecimento com amor pois, o muito saber ensoberbece, mas o amor edifica. Mesmo porque muitas vezes em seu ministério ele sofre afrontas, acredita num ideal quando tudo conspira para não crer, espera as mudanças quando dá vontade de largar tudo de lado e suporta adversidades confiando Naquele que o chamou. Vê seu chamado como de um prudente construtor que edifica sobre a Rocha e faz a obra até o fim.

... entende o princípio de mordomia: pensa e age como mordomo. Acolhe sob sua responsabilidade vidas e propriedades que não lhe pertencem e cuida delas com zelo, como o próprio Dono (Deus) o faria. Ama seus educandos incondicionalmente e cultiva respeito pela propriedade interna e externa de outros e da escola. Sabe que todas as suas fontes, seu referencial maior está em Jesus, Seu Mestre.

... possui um forte senso de propósito e compromisso. Reconhece que seu chamado tem um propósito de aperfeiçoar as vidas de seus educandos para o desempenho transformador de suas vocações na sociedade e para a edificação da Igreja. Seu compromisso é promover o pleno conhecimento do Filho de Deus, revelado nos tesouros escondidos de cada área do conhecimento e na aprovação de seu caráter pelo nosso Pai. É compromissado também em promover a maturidade para que seus educandos sejam capazes, através das ferramentas desenvolvidas no processo de aprendizagem, de discernir e se posicionar contra os ventos de cosmovisões anti-cristãs que induzem ao erro permanecendo firmes nos princípios cristãos de sua formação.

... possui entusiasmo pela sua profissão, ama o magistério e apresenta a arte de ensinar para o público em seus aspectos positivos inspirando-os a verem a educação escolar cristã como uma ocupação digna. Ele faz parte de um movimento que busca restaurar a honra de lecionar através de um caminho sobremodo excelente: Educar com amor!

Cida Mattar, diretora executiva da AECEP (Associação de Escolas Cristãs de Educação Por Princípios).

Fonte: ://www.maosdadas.org/

9 MANEIRAS DE SER UM PROFESSOR EFICIENTE

por Brasílio Neto

1. SÃO OS ALUNOS QUE IMPORTAM

Alguns professores sentem-se extremamente orgulhosos de seus cargos. E dá até para entender a razão. Afinal, são anos e anos de pesquisas e estudos para estar ali, naquela sala de aula. E agora aqueles alunos seriam os sortudos que iriam beber da sabedoria dele por todo ano letivo.Aqueles que pensam assim estão construindo uma imensa barreira entre eles, os estudantes e o aprendizado. Os melhores mestres vêem a si mesmos como guias. Eles compartilham o que sabem,, porém entendem que eles não são o foco principal daquela sala de aula. Seus discípulos o são. Não se deve perguntar “o que eu vou fazer hoje”, mas sim “o que eu espero que meus alunos façam/aprendam hoje”. O planejamento do dia fica muito mais fácil.

2. ESTUDE OS ESTUDANTES
Imagine um professor entrando em sala de aula dizendo:- Bom, abra seu livro na página… na página que vocês encontrarem essa matéria.Nada pior para a imagem, não é mesmo? Se é importante conhecer o material didático, imagine entender seus alunos. Que, ao contrário dos livros, não são feitos em série. Cada um possui uma particularidade, algo que o faz único.É fácil imaginar que é complicado descobrir o que cada um deseja, o que motiva seus estudantes. Mas faça uma analogia. Imagine que um amigo que mora longe lhe telefona. Ele diz que está em sua cidade e quer fazer-lhe uma visita, como se chega em sua escola? Qual a pergunta que você faz nessa situação?- Você está perto do quê/em que rua?Logo em seguida, pergunta se ele está a pé ou de carro. A partir daí, pode indicar o caminho certo para se encontrarem.Da mesma forma, seus alunos. Se você quer que eles tenham aprendido alguma coisa no final do ano, primeiro descubra onde estão, quais os recursos que possuem.

3. SE VOCÊ QUER QUE ELES SE ARRISQUEM, OFEREÇA SEGURANÇA
Parece estranho, mas aprender pode ser uma atividade desconfortável. Os discentes têm que descobrir o que eles não sabem, jogar fora muito daquilo que eles achavam que sabiam.Por isso, crie um ambiente de segurança. Iluminação e cores corretasajudam, além de diversos outros detalhes ao alcance do professor:A - Decore as paredes com os trabalhos dos alunos, ou fale sempre nos exemplos e nos casos que eles trazem para sala. A idéia é fazer com que a sala de aula seja um lugar que pertença a eles, alunos.B - Da mesma maneira, crie um pequeno ritual para início de aula. Pode ser algo simples, como entrar e dar bom dia de determinada maneira, ir até um ponto da sala e sorrir. Com isso, os alunos percebem, inconscientemente, que eles estão em terreno conhecido e que não há o que temer.

4. VULNERABILIDADE NÃO COMPROMETE A CREDIBILIDADE
Um professor não precisa ter todas as respostas. Se você disser “eu não sei”, isso não significa que sua classe vai acreditar menos em você. Ao contrário, seus alunos irão admirá-lo ainda mais.

5. REPITA OS PONTOS IMPORTANTES
O norte-americano William H. Rastetter foi professor da Universidade de Harvard antes de ser chamado para dirigir uma grande empresa. Ele passa uma regra para seus colegas: “A primeira vez que você diz alguma coisa, as pessoas escutam. Se você fala uma segunda vez, as pessoas reconhecem aquilo; e se você fala uma terceira vez, elas aprendem.”O desafio é fazer isso de forma que você não se torne chato ou repetitivo. Mude as palavras, passe conceitos através de exercícios e experiências. Use sua criatividade.

6. BONS PROFESSORES FAZEM BOAS PERGUNTAS
Fazer perguntas que se respondam com “certo” ou “errado” não estimula uma boa discussão em sala de aula. Procure fazer perguntas abertas. Por que isso funciona assim? Qual a razão dessa reação/atitude? E se fizéssemos de outra maneira?

7. ESCUTE MAIS DO QUE FALA
Ao lecionar, aquilo que você faz é tão importante quanto aquilo que você diz. E escutar o que seus alunos têm a dizer significa que você se importa com eles, que leva em consideração as idéias da classe. Permita momentos de silêncio em sala de aula, eles significam que o conhecimento está sendo processado.E lembre-se, nem sempre seus alunos se comunicam por palavras. Fique atento aos sinais não escritos, como olhares, movimentos, entre outros.

8. PERMITA QUE OS ALUNOS ENSINEM ENTRE SI
Você não é a única fonte de conhecimento disponível a seus alunos. Eles também aprendem entre si. Uma turma de alunos funciona como um triângulo de aprendizado, no qual o professor é apenas um vértice. Use essa força a seu favor. Dê a seus alunos pequenos textos, e peça que eles o interpretem entre si para responder uma questão. Naturalmente eles escutam mais uns aos outros para encontrar a solução mais adequada.

9. PAIXÃO E PROPÓSITO
O que faz a diferença entre um bom professor e um excelente professor não está nos cursos feitos, Não aparece nas teses defendidas nem nas pesquisas feitas. Independe dos anos de profissão.É a paixão pelo lecionar, por estar ali, todos os dias. É algo que contagia os estudantes e que não pode ser fingido.Se você possui essa vontade para passar-lhes algum conteúdo, só falta informar-lhes o que deve ser aprendido.Faça com que todas as pessoas na sala de aula tenham um objetivo comum. Para que é necessário aprender aquilo? Exatamente o que a classe deve saber de novo até o final do ano?

Fonte: http://ensinodominical.wordpress.com

Tão próximas,mesmo assim invisíveis

Fui invisível uma vez. Em 1981, ao voltar do campo missionário com meus pais, moramos por dois meses nas dependências de uma igreja abastada de um bairro de classe média de São Paulo. Íamos na escola dominical, nenhuma criança ou adulto falava conosco. Logo meu pai percebeu a frustração de suas filhas e tratou de nos levar para outra igreja. A nova igreja nos valorizou, nos acolheu e nos sustentou emocionalmente.A invisibilidade da qual estou falando é mais um defeito da pessoa que não enxerga (não nota) do que uma característica daquilo que não é visto. Viçosa (MG), onde vivo, é uma cidade universitária. Lá os fungos dos laboratórios de fitotecnia e microbiologia são mais visíveis do que as crianças de um bairro da periferia cuja renda per capita é inferior a cem reais mensais!No meu caminho há muitas coisas visíveis que eu não vejo, coisas que a minha mente não registra e o meu coração agradece aliviado, pois não queria mesmo ver. É por isso que de tempos em tempos nós precisamos de ajustar à visão divina nossa visão sobre o mundo no qual vivemos e sobre nossa atuação nele.Mãos Dadas realizou um sonho antigo em julho deste ano, o de reunir um grupo de educadores sociais cristãos, leitores da revista, para refletir e corrigir a nossa caminhada. Descobrimos que apesar da nossa grande diversidade temos dois compromissos comuns: com as crianças e com nossas igrejas.Ali, o pr. Ariovaldo Ramos nos trouxe uma palavra de extrema relevância para nós e para nossas igrejas. Queremos que você, querido colega, leve-a para sua igreja local. Deus enviou o seu Santo Espírito para equipar e capacitar sua igreja para toda boa obra; nossa atuação é parte integrante dessa grande obra.Esta edição tem o desafio de ajudar nossas igrejas a ver as crianças. Vamos vê-las todas, quer chinesas quer hindus, esquimós ou poturus, mas principalmente aquelas que estão no nosso caminho e que se não nos incomodam, deveriam fazê-lo de forma tão intensa a nos impelir a ações concretas de cuidado e proteção.
Elsie Bueno Cunha Gilbert, editora
Fonte Revista Mãos Dadas http://www.maosdadas.org

Princípios para uma boa didática

I - METODOLOGIA

Os métodos didáticos são os elementos que o professor utiliza para uma boa aula. Cada professor deve assumir uma forma própria de elaborar suas lições e de dar as suas aulas.

Fatores que levam o professor a desenvolver um bom método didático:

1 - LEVAR EM CONTA A IDADE DA CLASSE. O professor não pode assumir um método de ensino que esteja fora da faixa etária da sua classe. Cada fase da vida está relacionada a certas características e são a essas características que o professor deve estar atento para poder alcançar o êxito esperado. É preciso saber direcionar as aulas dentro desse propósito, para isso, o professor necessita conhecer as características que permeiam a idade da classe que ensina.

2 - SER UM BOM PESQUISADOR. É impossível desenvolver uma boa didática se o professor não tem o habito de pesquisar. Não é que a lição não tenha um aparato suficiente para dar uma boa aula, é que ela é muito resumida e requer alguns recursos adicionais.

3 - TER CRÍTICA AUTO-SUGESTIVA. Reconhecer que precisa melhorar, que precisa mudar alguns detalhes em sua maneira de dar aula, é um dos maiores obstáculos que impede que o professor alcance um método disciplinar avançado. O professor precisa ter a capacidade de saber criticar a si mesmo, de reconhecer que precisa de ajuda. Achar que não precisa pesquisar, que não precisa participar de reuniões, que é só abrir a lição e pronto tudo está feito, é um equivoco crucial para o impedimento do crescimento de qualquer professor. O professor deve, acima de tudo, olhar a cada dia no espelho e perguntar para si mesmo se é o professor que está alcançando os objetivos necessários.

II - LIÇÃO PROGRAMADA Na hora de aplicar a lição da escola bíblica dominical, geralmente, o professor encontra alguns empecilhos que requerem de si um certo malabarismo. A lição programada, feita em casa, ajuda a eliminar esses empecilhos, isso porque o professor cria um programa com começo, meio e fim. A lição programada é o controle que o professor tem sobre sua lição, a capacidade de assimilar e associar dentro de qualquer tempo. Uma lição programada é feita com:

1 - OBJETIVOS DEFINIDOS. A falta de objetividade é o momento em que o professor parece não saber o que está fazendo, como se estivesse perdido. O objetivo é quando o professor sai de casa para a classe de aula sabendo exatamente o que vai fazer, e certo dos alvos que vai alcançar.
2 - RASCUNHOS. Muitas vezes a lição não é dada dentro do tempo previsto porque o professor ensina cada ponto da lição em apreço, independentemente, como se cada um fosse um assunto particular.
Antes da aula é preciso que se tenha uma visão panorâmica de toda a lição, então, se faz um rascunho ou esboço com os pontos que definem categoricamente cada tópico.

III - NOÇÃO 1 - O PROFESSOR PRECISA TER NOÇÃO:

A - Do Tempo

Noção de tempo na hora dar a aula é como um pedestre no momento de atravessar a rua, ele olha para a avenida que vai cruzar e que vê que não muito longe vem se aproximando um carro, ele faz um calculo preciso entre a distância e o tempo, ao fazer essa comparação, ele sabe se atravessa ou não. Assim também deve ser na classe de aula, o professor precisa comparar o tamanho da lição e o tempo e, então, procurar o meio certo para efetivar toda a lição.

B - De funcionamento

Noção de funcionamento é a capacidade que o professor tem de analisar a condição de sua classe, encontrar as deficiências e efetuar a cura.

C - Das prováveis questões que geram discussões.

O professor da EBD não é aquele que domina todas as ciências, mas aquele que está apto a responder pelo menos as questões mais embaraçosas. Tome conhecimento das questões mais grotescas em nosso meio e procure as respostas definitivas. O professor deve estar apto a responder questões como: Divórcio (O que é, porque não, o que a Bíblia diz, o que os homens dizem), Homossexualismo (Porque não, o que a Bíblia diz, o que os homens dizem, como vencer, como lidar), Drogas, pais e filhos, questões políticas, questões sociais, conflitos emocionais, entre outras coisas. Se o professor procurar estar esclarecido sobre os temas corriqueiros em nosso meio, nenhuma pergunta o surpreenderá.

IV - AFINIDADE LITERÁRIA

O conhecimento do professor se baseia naquilo que ele lê. Esse conhecimento pode ser limitado, ou pode atingir proporções inesperadas se o professor ousar adquirir as mais variadas informações das melhores fontes possíveis.

A - Literatura:
-Brasileira (Ajuda a desenvolver a interpretação de texto, leitura e escrita).
-Romance policial (Ajuda a desenvolver o argumento e o raciocínio)
- Clássica (Ajuda a conhecer as épocas, entender os pensamentos religiosos e culturais).
B - Filosofia:
-Clássica (Ajuda a compreender as questões da humanidade e as respostas fornecidas pelos filósofos gregos e de épocas).
-Atual (Ajuda o professor a descobrir qual o pensamento moderno e suas soluções mais atuais para os problemas humanos).
C - Periódicos:
-Revistas de informações gerais (Trazem os acontecimentos e fatos que o professor precisa conhecer.
-Revistas de informações específicas: Ciência, religião, curiosidades (Ajudam o professor a conhecer questões interessantes que podem ajudar em suas lições).
-Jornais (Ajuda o professor a estar por dentro da situação política, econômica e social da sociedade).

D - Teologia:
-Livros de teologia clássica (Martinho Lutero, Calvino, Santo Agostinho, entres outros) - Teologias sistemáticas (É importante que o professor tenha em casa livros de teologia sistemática de escritores diferentes)
-Livros devocionais (Ajudam no desenvolvimento da oração, devoção e louvor).
E - Material de pesquisa:
-Enciclopédias (Teologia, cultural e informações gerais)
-Dicionários (Evangélico, católico, latim, grego, hebraico e secular)
- Internet e suas múltiplas opções de aprendizado. Acesse principalmente -
F - Bíblias:
De estudos diversas (Auxiliam o professor com suas notas e estudos).
( Bíblia de Estudos Pentecostal mais completa )

V - ARGUMENTAÇÃO Argumentar é saber colocar as idéias a respeito de um determinado assunto, de maneira que se obtenha êxito naquilo que se está enfatizando. Mas para o professor ter sucesso em seus argumentos, precisa de total conhecimento sobre o assunto que vai defender. O âmago da argumentação é a pergunta e a resposta, por isso, para desenvolver a argumentação nada melhor do que perguntar e em seguida responder ao tema da lição.

VI - PSICOLOGIA DIDÁTICA

1 - PSICOLOGIA APLICADA A SI MESMO - O TEMPERAMENTO DO PROFESSOR.

A - Manter o equilíbrio quando a opinião de alguém discorda do que está sendo ensinado.

B - Estar apto a responder a qualquer questão e não criar subterfúgios, não dar qualquer resposta por pura pressão.

C - Ser sincero com os seus alunos, se não consegue responder a alguma pergunta, tente pelo menos reconhecer isso e procure melhorar sua condição de professor pedindo para numa próxima oportunidade dar sua resposta, a fim de evitar eventuais situações desconcertantes.

2 - PSICOLOGIA APLICADA À CLASSE DA EBD.

A - Saber passar lições de vida em cada lição. O professor precisa orientar bem os seus alunos a esse respeito. Na classe dos adolescentes, eles precisam extrair lições de vida, descobrir do professor orientações que os ajude a vencer certas perturbações. Dessa forma, o professor da classe dos casais precisa saber empregar lições de vida para os seus alunos: o valor da família, moralidade, e assim por diante. O professor de cada tipo de classe na escola precisa saber direcionar sua lição para aplicações de vida pessoal de cada um.

B - Saber passar lições espirituais. É necessário que o aluno não só conheça as histórias bíblicas na aula, mas que o aproveitamento seja realmente prático. O objetivo da escola bíblica dominical é exatamente este: crescimento espiritual. Um aluno nunca pode voltar para casa insatisfeito com as respostas dadas pelo professor, pelo contrário, em cada aula, o aluno deve se sentir satisfeito por confiar na palavra do professor, pois está certo de que ele tem noção do que está falando.

VII - CRIATIVIDADE

Ser criativo significa ter idéias e projetos audaciosos. Se o professor não é tão criativo ele pode recorrer a outros professores e compartilhar de suas idéias. Ser criativa envolve:

1 - ATUALIZAR A CLASSE COM INFORMAÇÕES DO MEIO EVANGÉLICO E SECULAR. Para que isso aconteça, o professor deve estar a par dos acontecimentos nacionais e internacionais. É importante que a lição não se detenha apenas ao seu conteúdo, mas atinja, através do professor uma dimensão bem pessoal da vida do aluno. (Jornal de TV é um resumo bem interessante de notícias atuais)

2 - LEVAR O ALUNO A PARTICIPAR ATIVAMENTE DAS AULAS.

O grande problema de certos professores é que somente ele se acha responsável pela aula, mas se mudar de idéia e começar a perceber que deve interagir com o aluno nas aulas, aí o resultado será óbvio, o sucesso! A maneira de se eliminar conversas paralelas e dúvidas na classe é ganhar a confiança do aluno, ele precisa respeitar o professor, mas, também precisa ter liberdade para participar.

3 - CRIAR DINÂMICAS.

Hoje em dia está muito fácil de se criar dinâmicas na classe de aula, o professor só precisa ter humildade para buscar recursos externos como, navegar na internet, pedir idéias a outras pessoas, ou conversar com os alunos.
O certo é que dinâmicas tornam as aulas mais envolventes e além de garantirem a participação do aluno, sempre o mantém satisfeito com a EBD, pois o ensino lhe é fixado na memória e no seu coração.


Fonte: http://sarahqueiroz.multiply.comjournal/item/6

Trabalhando limites com nossas criancas

“Instrui o menino no caminho que deve andar, e até quando envelhecer não se
desviará dele”. Prov. 22:6
1.O que a Bíblia fala sobre limites

2. Limites claros

Amor – Perdão- Pontualidade – Retidão – Responsabilidade – Veracidade –
Sinceridade - Organização - e muito Mais...


IV – O grande Exemplo
Em seus passos o que faria Jesus??”Seja o exemplo de autoridade para seus filhos। Faça com que eles enxerguem em vocês a pessoa de ....
Jesus Cristo

Crianças são como espojas. Absorvem tudo o que fazemos, tudo o que dizemos .

Avaliando os Estilos de Paternidade


1 Pais Permissivos


CARACTERÍSTICAS


Não colocam limites no comportamento dos filhos। Tendem a deixá-los fazer o que querem,não por falta de interesse, mas para que o filho fique contente।
Geralmente, permitem que tomem demasiadas decisões e escolhas sozinhos, sem sua guia e supervisão।
Muito amantes e respeitosos das necessidades emocionais do filho. Escutam, se interessam e dão atenção ao filho.
Pedem ao filho que mudem seu comportamento ou acreditam que mudará quando for maior.

POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS

_ Comportamento de Pais Permissivos

  1. O filho percebe que está no comando e aprende a manipular a seus pais।
  2. Cresce com um sentimento interior de insegurança por falta de limites।
  3. Pode ter baixa auto-estima por não ter aprendido a controlar-se ।

Tem dificuldades de distinguir entre o certo e o errado, e tende a manipular as regras.

2 Pais Negligentes


CARACTERÍSTICAS

  1. Tendem a ser frios, distantes, despreocupados e a não comprometer-se।
  2. Mantém relações por reação e não por princípios।
  3. Não corrigem seus filhos até ver-se obrigados e irritados
  4. Inconsistente e imprevisível para disciplinar।
  5. Duro e abusivo quando está fora de controle।
  6. Reina no lar a atmosfera de NÃO ME AMOLE!

Não toma tempo para escutar e animar os filho।


POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS

– Comportamento de Pais Negligentes

  1. Promessas velhas ou descuidadas provocam uma baixa auto-estima।
  2. O abandono e a dureza produzem rebelião।
  3. Poucos resultados por falta de motivação। Insegurança.

Apoiam-se em seus amigos e companheiros, ou grupos anti-sociais।


३। Pais Autoritários


CARACTERÍSTICAS

  1. Preocupados por submissão e obediência extremas।
  2. Inflexível। A obediência é mais importante que as relações.
  3. Insensível। Requer obediência sem considerar opiniões, sentimentos ou necessidade dos filhos.
  4. Dominador, severo, controle parecido com o militar।
  5. Fracassa no ensino de como escolher e tomar decisões।
  6. Não é sensível às tendências e traços de caráter dos filhos.

    POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS – Comportamento de Pais Autoritários
  7. A rigidez deforma o espírito e se manifesta por uma atitude retraída ou aberta rebelião।
  8. Ao independer-se desafiam aos pais ou rechaçam seus valores e sua religião।
  9. Baixa auto-estima e pouca habilidade para ajustar-se à autoridade ou uma conformidade excessiva।

Na adolescência tem a tendência de buscar amigos rebeldes।


4.Pais Com Autoridade


CARACTERÍSTICAS

  1. Tem regras claramente definidas, limites e princípios claros।
  2. Consistente e flexível। Disposto a escutar as razões antes de tomar decisões.
  3. Manifesta amor e compreensão, expressando-o com afeto físico।
  4. Se preocupa com as necessidades dos filhos। Dedica-lhes tempo.
  5. Ensina os filhos a tomar decisões e a escolher।
  6. É amigo dos filhos. Produz uma atmosfera carinhosa no lar.

    POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS – Comportamento de Pais com Autoridade
  7. A relação cálida e carinhosa com limites tende a construir a auto estima।
  8. Alto nível de auto satisfação, pois sabem controlar-se।
  9. Saber e entender os limites da estabilidade emocional।
  10. Desenvolve a habilidade de tomar decisões independentes e positivas।
  11. Tem boa comunicação e mínima rebeldia.

    Fonte: Apostilha
    Projeto Mardoqueu – Curso de Aperfeiçoamento


Pastorear as crianças: nosso compromisso


Carlos Queiroz“Assim diz o Senhor, meu Deus: Apascenta as ovelhas destinadas para a matança. Aqueles que as compram matam-nas e não são punidos; os que as vendem dizem: Louvado seja o Senhor, porque me tornei rico; e os seus pastores não se compadecem delas” (Zc 11.4,5)O texto de Zacarias fala de ovelhas destinadas à matança. As crianças têm sido as principais vítimas da matança na sociedade brasileira. Segundo o UNICEF, 16 pessoas menores de 18 anos morrem por dia vítimas de homicídios no Brasil.Muitos de nossos meninos e meninas tiveram suas infâncias roubadas, seus sonhos perdidos, seu futuro interrompido. São literalmente banidos e excluídos do direito de viver com dignidade. Perdem antecipadamente a infância porque a sociedade acelera os processos naturais de formação de nossas crianças.São raros os pastores e pastoras que se dedicam às crianças. Muitas igrejas se transformaram em empresas religiosas mantidas por clientes potencialmente capazes de pagar a conta do negócio religioso. Como as crianças não estão em fase de produção econômica, são relegadas a um plano secundário, ou totalmente esquecidas. Se pensarmos nas crianças pobres, o problema fica mais grave. Neste caso nem as crianças nem seus pais conseguem pagar a conta do negócio religioso.Se somos seguidores de Jesus Cristo, precisamos praticar o pastoreio de crianças com mais intencionalidade. Entre outros compromissos, Jesus priorizou a criança como a pessoa mais importante do reino de Deus. Zacarias denuncia que “os seus pastores não se compadecem delas”. Escrevo com profundo pesar, indignação e ao mesmo tempo com o desejo de despertar pastores e pastoras comprometidos a combaterem toda forma de violência contra a vida de crianças e adolescentes.Somos filhos e filhas do reino de Deus e temos por vocação proteger e servir a todas as crianças. É direito delas o acesso a todos os ministérios e serviços do povo de Deus. Precisamos lhes propiciar espaços onde sejam mais percebidas como atores da revelação de Deus e não como objetos dos desejos desumanos e interesses comerciais. Jesus disse: “Qualquer que receber uma criança, [...] a mim me recebe; e qualquer que a mim receber, não recebe a mim, mas ao que me enviou” (Mc 9.37).A atitude de proteção e cuidado com as nossas crianças é muito mais do que um significativo gesto de amor e justiça para com elas. É uma questão de compromisso com o Deus Eterno, Pai protetor de todas as crianças. Ele as protege por meio de homens e mulheres que resolveram continuar a história da salvação, preservando a vida, cuidando e amando uns aos outros, praticando a justiça contra o opressor. Faça de sua família, sua igreja, sua comunidade um lugar onde o bem vence toda a forma de mal.Pai! Dá-nos a graça e a coragem para interferirmos contra o assassinato de tantas crianças e adolescentes. Rogo pelas mães que perderam a sensibilidade maternal. Sei que são raras, mas lamento que as situações de injustiça e violência tenham gerado algumas mães tão frias e indiferentes. Peço perdão pela omissão da minha geração. Peço perdão pela indiferença e omissão de nossas igrejas. Como pastor, peço por mim e pelos meus pares. Que o Senhor nos conceda a sabedoria e o engajamento necessários para tornar abundante a vida de nossas crianças e adolescentes.


Carlos Queiroz, casado, dois filhos, é diretor-executivo da Visão Mundial no Brasil e autor de Ser É o Bastante – felicidade à luz do Sermão do Monte (Editora Ultimato, Encontro Publicações, Visão Mundial, 2006).Imagem: desenho de Liz Valente


fonte: ://vilma-ensinarbrincando.blogspot.com

Menina cristã é agredida por professora


Crianças no acampamento em ruas de Islamabad

PAQUISTÃO (13º) - Uma estudante cristã em Punjab, Paquistão, estava em recuperação neste domingo, 11 de outubro, depois de ser agredida por uma professora com uma vara de bambu por declarar que ela era paquistanesa e cristã.

Nadia Iftikhar, de 11 anos, disse que ficou gravemente ferida quando a professora da escola “Futuro Brilhante”, na cidade de Dharema, ficou nervosa porque a aluna confrontou sua visão do islamismo.

“Nossa professora estava nos ensinando sobre a cultura do Paquistão e de seu povo, e citou uma frase do livro didático que dizia: ‘Somos paquistaneses e todos nós somos muçulmanos’”, relembra a menina. “Nesse momento, eu a interrompi e disse: ‘Senhor, eu também sou paquistanesa, mas não sou muçulmana. Sou cristã.”

Nadia conta que a professora, identificada como Humaira Hassa “ficou furiosa, pegou uma vara de bambu e começou a me agredir, dizendo que todos os paquistaneses são muçulmanos e que eu não era paquistanesa por ser cristã”. “Sua casa deve ser em algum lugar da Europa ou da América”, a professora dizia.

A adolescente mostrou as cicatrizes em suas costas. Os colegas de classe disseram que Nadia ficou inconsciente por um curto período de tempo e foi levada para casa.

O pai da menina, Iftikhar Masih, 45, disse que não foi até a polícia. “Eu sou um cristão pobre e trabalho muito para sustentar a minha família”. Cristãos locais na província de Punjab também reclamaram da cumplicidade da polícia nos ataques contra os cristãos.



“Eu levei minha filha ao médico e acreditamos que seus ferimentos sararão logo, e ela poderá voltar para a escola em breve.”

Não ficou claro se a menina será recebida novamente na escola “Futuro Brilhante”, onde estuda há quatro anos.

Fonte: Portas Abertas

 

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A salvação

Salvação é um livramento de uma situação de perigo de morte. Sempre se usa a expressão salvar para designar a ação de livrar alguém de um afogamento, incêndio, etc.

Mas neste breve texto, quero falar da salvação promovida por Jesus Cristo. O texto de Mateus 1.21 diz: "E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados". Isto significa que a salvação que Cristo veio trazer é de natureza espiritual.

Jesus veio salvar a humanidade, pois esta estava perdida, ou seja, condenada à punição determinada por Deus, por causa da desobediência humana. Esta salvação foi um ato soberano de Deus. A Bíblia diz que Ele nos amou primeiro, quando nós estávamos nos nossos pecados (Rm 5.8; 1Jo 4.19).

A morte de Jesus foi substitutiva, ou seja, Ele morreu em nosso lugar, para que não fôssemos condenados. Ele pagou a nossa conta, quando assumiu a nossa culpa. A Bíblia diz que Ele foi ferido por nossos pecados (Is 53.5).

Agora, basta a pessoa aceitar o plano da salvação. Mas é bom atentar que a SALVAÇÃO é um plano de negociação de nossa dívida para com Deus. É contrato entre duas partes: Deus e a criatura humana. Jesus já cumpriu as cláusulas de Deus, resta-nos cumprir nossa parte, que é obedecer a Palavra de Deus, ou seja, seguir os princípios do Cristianismo.

É bom lembrar que os mandamentos do Senhor não são pesados. Jesus disse: Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve (Mt 11.30).

Como surgiu o dia das Criança!!!

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.
Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças.
Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foioficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.


Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes


Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.


Em outros países


Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!


Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

Fonte: site Shopping b - www.shoppingb.com.br

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